Entendendo o Problema: Disfagia – E agora??!

Nesta série de posts com intuito de levar mais informação a respeito da disfagia, já abordei o conceito de Disfagia (aqui), os sinais para reconhecimento do problema (aqui), falei sobre o grande problema que é a Aspiração e a Asfixia (aqui) e mostrei ainda um vídeo que mostra a Deglutição Normal x  Disfagia (aqui). Confere os links acima se você perdeu algum post até agora.

Você ou seu familiar recebeu o disgnóstico de Disfagia? E agora?!

Após receber o diagnóstico de Disfagia, o paciente irá receber a indicação de um tratamento que será definido e realizado por um(a) fonoaudiólogo(a). O tipo de tratamento irá variar de acordo com as dificuldades e necessidades de cada paciente e abrange desde técnicas e exercícios para melhora da deglutição, até a adaptação da consistência dos alimentos e/ou necessidade de uso de via alternativa para alimentação (sonda).

No manejo da disfagia, um dos principais aspectos é a modificação da dieta. Adaptações serão feitas para garantir a SEGURANÇA (diminuir o risco de complicações respiratórias, por exemplo) e a EFICÁCIA (manter um ótimo nível de nutrição e hidratação) na deglutição.

Se o paciente permanecer se alimentando por Via Oral, modificações podem ser feitas tanto nos alimentos sólidos quanto nos líquidos. Em alguns países, existe uma nomenclatura padronizada e descrições a respeito dessa modificação. Aqui no Brasil ainda não temos esse padrão, mas via de regra se utiliza a modificação para as consistências:

Pastosa Fina, Pastosa Grossa e Semi-Sólido para os alimentos sólidos;

Líquido Fino, Líquido Espessado e Líquido Grosso para os líquidos (também muito utilizado o Néctar, Honey e Pudim).

O fonoaudiólogo (a) que irá orientar qual consistência(s) será mais segura para cada caso, bem como deve orientar como deve ser feita a modificação de forma que a consistência fique bem entendida e possa assim ser bem administrada.  Para as consistências que são PASTOSAS é importante que todo alimento fique com a consistência homogênea, lisa e sem grumos…Falaremos mais sobre isso em outro post!

O importante é encarar esta modificação na dieta como algo positivo, que irá facilitar a deglutição da pessoa com disfagia. Aqui você pode conferir dicas para fazer um #pastosomelhor!

 

♦ As informações contidas neste Blog têm caráter meramente informativo. Elas não substituem o aconselhamento e acompanhamentos de médicos, fonoaudiólogos, nutricionistas ou outros especialistas. Se tiver alguma dúvida, procure um dos profissionais.

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